Sempre que te escrevo na pele
Palavras feitas ondas.
Uma após outra, incessantemente,
Como se brotassem duma maré-cheia,
Ao banhar-te, se espumassem em mil salpicos
E formassem um poema que eu nunca soube inventar.
Onde estão as palavras,
As marés de tantas ondas?
Preciso de mais um mar
Para me inundar de ti!










