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sexta-feira, 27 de maio de 2011

Morar no teu sorriso



Abri o peito, soltaram-se luas,
Mordi os lábios e beijei a dor.
Toquei as mãos de dedos nuas
Bebi em ondas o meu suor.

Arranhei a alma, escrevi na pele,
Parti os olhos para não ver.
Comi despojos a saber a fel,
Morri assim por não te ter.

Acordei do sonho, nasceu o sol
Encurtei distâncias, fiz-me mar.
Eu fui veleiro, tu o farol,
No teu sorriso quero morar.

7 Gotas de Chuva:

Sandra disse...

Que maravilha de poema! Sempre com cheiro de maresia e sabor a sal!

***Parole*** disse...

Lindo, lindo, lindo seu poema.

Beijos, querido e ótimo fds.

Teresa Almeida disse...

"Acordei do sonho, nasceu o sol
Encurtei distâncias, fiz-me mar.
Eu fui veleiro, tu o farol,
No teu sorriso quero morar."

Maravilhoso! Os veleiros fazem voar a imaginação!

Ana disse...

Ah! Que inveja! Como eu gostava de saber assim rimar!

EU disse...

Um sonho sofrido,
depois diluído
na esperança
de um sorriso
num mar de temperança!

Parabéns! Bjinho :)

Graça Pires disse...

Ser mar. Ser barco. Ser o sorriso ocupado pelo amor...
Um beijo.

Aquarela disse...

tantas vezes arranhamos a alma e escrevemos na pele a dor (e o amor...)

Adorei! Parabéns!